I grew up loving horror movies and frightening stories. As a kid I watched (hidden in a corner) a few scenes from George A. Romero’s black and white film: The Night of the Living Dead. Eventually I was caught and couldn’t finish watching it. Haha!
As a teen, I got in touch with countless other nightmarish tales: H. G. Wells’s The War of the Worlds and Orson Welles’s famous radio adaptation; Edgar Allan Poe’s The Raven and The Fall of the House of Usher...
...Pet Sematary, Hitchcock’s Psycho and The Birds, A Nightmare on Elm Street, Friday the 13th, along with classics like Dracula, Frankenstein’s monster, werewolves, and so many others memorable characters.
I wanted to, but there were far too many stories to fit into one game. Perhaps that only leaves the door open for a future release, huh?
Anyway, my dream of creating a full game came when I thought of Zombies. Then HELL, NO! started taking shape based on those so many filmmakers and storytellers whose worlds followed me throughout my life:
Romero, John Carpenter, Wes Craven, Spielberg, The Chiodo Brothers, Stephen King, Cronenberg... and echoes of H. R. Giger’s biomechanical visions, a distorted fantasy realm inspired by J. R. R. Tolkien, and the cosmic horror of H. P. Lovecraft’s The Call of Cthulhu.
All those stories, monsters, and impossible worlds eventually became part of a long-held dream: creating a game of my own.
HELL, NO! is my affectionate homage to the horror I grew up with. It was made with imagination, stubbornness, and a lifelong love for scary stuff.
Created by
Erik “eDragon” Lingerfelt
Game Design • Writing • Art Direction
CRÉDITOS FINAIS
Um jogo de Erik “eDragon” Lingerfelt
Eu cresci amando filmes de terror e histórias assustadoras. Quando criança, eu assisti (escondido em um canto) algumas cenas do filme em preto e branco de George A. Romero: A Noite dos Mortos-Vivos. Eventualmente, fui pego e não consegui terminar de assistir. Haha!
Quando adolescente, entrei em contato com inúmeros outros contos horripilantes: A Guerra dos Mundos de H. G. Wells e a famosa adaptação de rádio de Orson Welles; O Corvo e A Queda da Casa de Usher, de Edgar Allan Poe...
... Cemitério Maldito, Psicose e Os Pássaros de Hitchcock, A Hora do Pesadelo, Sexta-Feira 13, juntamente com clássicos como Drácula, O Monstro de Frankenstein, lobisomens e muitos outros personagens memoráveis.
Eu queria usá-las, mas eram muitas histórias para caber em um jogo só. Talvez isso seja uma porta aberta para um lançamento futuro, não é?
De qualquer forma, meu sonho de criar um jogo completo surgiu quando pensei em Zumbis. Então HELL, NO! Começou a tomar forma com base naqueles tantos cineastas e contadores de histórias cujos mundos acompanhei ao longo da minha vida:
Romero, John Carpenter, Wes Craven, Spielberg, os Irmãos Chiodo, Stephen King, Cronenberg... e ecos das visões biomecânicas de H. R. Giger, o reino de fantasia distorcido inspirado em J. R. R. Tolkien, e o horror cósmico de H. P. Lovecraft: O Chamado de Cthulhu.
Todas essas histórias, monstros e mundos impossíveis eventualmente se tornaram parte de um sonho de longa data: criar um jogo próprio.
HELL, NO! É minha homenagem afetuosa ao horror com o qual cresci. Foi feito com imaginação, teimosia e uma paixão ao longo da vida por coisas assustadoras.